Estendemos o convite para todos os militantes e simpatizantes do PSOL. É preciso debater as degradantes condições de trabalho que são impostas aos trabalhadores e nos organizarmos politicamente para enfrentar isso e avançar na conquista e manutenção dos nossos direitos! Não podemos deixar continuar a ilusão de desenvolvimento e progresso social à custo da vida de milhares de trabalhadores!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
NOTA PÚBLICA DO PSOL EM DEFESA DOS RESTAURANTES POPULARES EM TOLEDO
Eles
não querem que haja novos restaurantes e ainda falam em estabelecer cotas para
utilização dos já existentes. Alegam estarem tendo prejuízos em seus lucros,
mesmo não tendo apresentado nada meramente palpável para tal afirmação. Diante
disso, faz-se necessária uma manifestação pública do Partido Socialismo e
Liberdade – PSOL de Toledo sobre a situação.
O
PROGRAMA DOS RESTAURANTES POPULARES
O
objetivo dos restaurantes populares, sistematizado pelo Governo Federal após
muita pressão popular, é “criar uma rede de proteção alimentar nos centros e periferias urbanas e em áreas com grande
circulação de pessoas que realizam suas refeições fora de casa, buscando
atender os segmentos sociais em
situação de insegurança alimentar e nutricional e vulnerabilidade
social”. Ou seja, é uma proposta que visa atender tanto a população de
baixa renda, desempregados, moradores de rua, aqueles que precisam realizar
atividades longe de casa, bem como os trabalhadores de forma geral.
Os
trabalhadores, na maioria das vezes, residem em áreas distantes do local de
trabalho, o que dificulta a ida para almoçar em casa devido à falta de tempo e
o cada vez maior custo do deslocamento. A maioria se alimenta de lanches de
baixo valor nutricional, ou mesmo de marmitas ou refeições com custo alto
comparado ao ganho mensal.
GERAÇÃO DE RENDA
Entre
os argumentos dos donos de restaurantes, aqui rebatidos pelo PSOL, está a
afirmação de que a existência dos restaurantes populares não gera renda no
município e que só os restaurantes privados o fazem. Com a execução do programa
Compra Direta, em que o município incentiva a economia regional por meio da
compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar, impulsiona o
desenvolvimento regional e eleva o poder de compra das famílias. Além disso,
com o custeio das refeições dos restaurantes populares é dividido entre o
Governo Federal, Governo Municipal e os usuários. Isso faz com que os
trabalhadores gastem menos com a alimentação nos dias de trabalho e passem gastar
mais no comércio em geral. Ou seja, o próprio comércio ganha mais.
UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS
Outro
argumento que merece rejeição é a confusão proposital entre a lógica de uma
política pública de acesso universalizado com a lógica do interesse privado do
lucro e da concorrência. O princípio da universalidade prevê que não deve
haver discriminações quanto àqueles que utilizarão um serviço. Isso traz a
conclusão de que quando há um movimento contra os investimentos do poder
público em serviços públicos universalizados, está à frente o interesse
particular de lucrar ou com a ausência dessas políticas públicas ou pela sua
precariedade.
Um
exemplo é que não veremos os empresários da saúde lutarem pela saúde pública
gratuita e de qualidade; que as empresas de transporte serão contra a
gratuidade do transporte público; que os donos das imobiliárias serão contra as
políticas de moradia, dentre diversas outras situações.
Para
além dos benefícios socioeconômicos e nutricionais que trazem, os restaurantes
populares deveriam estar atuando como “reguladores de preços dos
estabelecimentos localizados em seu entorno, bem como contribuir para elevação
da qualidade das refeições servidas”, como prevê o projeto. Ou seja, a
lógica do programa não deve estar submissa à mesma lógica da livre concorrência. No
entanto, em Toledo, apesar dos cinco restaurantes implantados estarem
instalados nos bairros, a região do centro que comporta milhares de
trabalhadores não foi contemplada, diferente da maioria dos municípios onde
existe o programa.
OUTRA DEMANDA:
O RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO (R.U.)
A
situação se complica mais ainda, por outro lado, quando esse alvoroço,
provocado pelos donos de restaurantes, ocorreu logo após a conquista dos estudantes
da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, que, depois de anos de
luta, obtiveram a aprovação de recursos para adequação de espaço físico e
compra de equipamentos para a instalação de um Restaurante Universitário no
interior da universidade.
Segundo
o próprio movimento estudantil, buscam-se agora formas de garantir a produção e
fornecimento das refeições. E isso seria viável a partir da realização de um
convênio com a Cozinha Social do município, sendo uma forma imediata de
efetivar essa política de assistência estudantil. A mesma Cozinha Social que
produz e fornece refeições para as escolas municipais e para os restaurantes
populares, poderá servir refeições de baixo custo a quem da comunidade
acadêmica não possuir condições para tanto.
Sem
essa medida pontual, a universidade pública continuará sendo um privilégio
daqueles que têm mais condições financeiras. Isso em um município que é polo
universitário, e possui milhares de estudantes de outras cidades do país que
vêm pra cá e se deparam com uma condição de vida muito cara, seja no transporte, na
moradia, na alimentação, bem como em diversos outros serviços.
FORTALECER
OS RESTAURANTES POPULARES É PRECISO!
A
luta pela existência de condições para uma alimentação saudável e de baixo
custo é fundamental para a garantia de acesso também ao trabalho e aos estudos
de todo cidadão. Os restaurantes populares têm cumprido um importante
papel no sentido da igualdade de acesso à política de segurança alimentar e nutricional.
Sendo assim, defendemos o fortalecimento do
programa e a instalação de novas unidades. Cobraremos para que o novo prefeito
cumpra suas promessas de campanha quanto à implantação de mais três
restaurantes, além de estabelecer o convênio com a Unioeste para a implantação
do restaurante popular nos moldes do restaurante universitário. É preciso
avançar na política de segurança alimentar e não regredir.
Não podemos reproduzir um discurso contrário ao livre uso dos restaurantes populares pois, assim, a classe trabalhadora estaria fazendo o jogo da burguesia, que só se preocupa em explorar cada vez mais o bolso, o sangue e o suor dos trabalhadores.
Não podemos reproduzir um discurso contrário ao livre uso dos restaurantes populares pois, assim, a classe trabalhadora estaria fazendo o jogo da burguesia, que só se preocupa em explorar cada vez mais o bolso, o sangue e o suor dos trabalhadores.
NENHUM PASSO ATRÁS NOS DIREITOS DOS TRABALHADORES!
PELA MANUTENÇÃO DA FORMA DE FUNCIONAMENTO DOS RESTAURANTES
POPULARES E PELA INSTALAÇÃO DE NOVAS UNIDADES!
PELA EFETIVAÇÃO DE CONVÊNIO ENTRE A PREFEITURA E A UNIOESTE PARA
INSTALAÇÃO DO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO!
PELO FORTALECIMENTO E AMPLIAÇÃO DAS POLÍTICAS DE SEGURANÇA
ALIMENTAR E NUTRICIONAL!
Toledo, 16 de janeiro de 2013.
Partido
Socialismo e Liberdade – PSOL
Toledo
- Paraná
Fonte:
EMPRESÁRIOS DE TOLEDO FAZEM DENÚNCIA SOBRE RESTAURANTE POPULAR
SETOR DE GASTRONOMIA APRESENTA REIVINDICAÇÕES AO PREFEITO ELEITO
LEI DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL
APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA RESTAURANTE POPULAR
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
TODO APOIO AOS TRABALHADORES DA DIPLOMATA EM CAPANEMA!
Relato-manifesto que produzimos depois de acompanhar de perto a situação dos trabalhadores da Diplomata em Capanema-PR. A situação é completamente caótica e exige resolução imediata! Há indícios que o Deputado Federal Alfredo Kaefer (PSDB-PR) esteja aplicando um golpe econômico com manobra jurídica. Isso está sendo investigado. Um duro golpe na economia regional (sudoeste) e acabando com milhares de empregos.
RELATO-MANIFESTO SOBRE A SITUAÇÃO DOS TRABALHADORES DA DIPLOMATA
Milhares de trabalhadores da empresa Diplomata de Capanema-PR, controlada pelo Deputado Federal Alfredo Kaefer (PSDB), estão sendo vítimas de diversos ataques da empresa contra seus direitos. Desde 2008 a empresa não deposita o FGTS, há três meses não fornece cesta-básica, há dois não paga os salários e, neste final de ano, não pagou o 13º e nem outros benefícios. A empresa, assim como outras da família Kaefer, já vem sendo motivo de protestos em diversos municípios do Paraná e de outros estados.
RELATO-MANIFESTO SOBRE A SITUAÇÃO DOS TRABALHADORES DA DIPLOMATA
Publicado em Lutas Paraná
Milhares de trabalhadores da empresa Diplomata de Capanema-PR, controlada pelo Deputado Federal Alfredo Kaefer (PSDB), estão sendo vítimas de diversos ataques da empresa contra seus direitos. Desde 2008 a empresa não deposita o FGTS, há três meses não fornece cesta-básica, há dois não paga os salários e, neste final de ano, não pagou o 13º e nem outros benefícios. A empresa, assim como outras da família Kaefer, já vem sendo motivo de protestos em diversos municípios do Paraná e de outros estados.
A EMPRESA PODE TER ADIADO A "FALÊNCIA" PARA APLICAR UM GOLPE ECONÔMICO?
A suspeita foi levantada pelos credores na ação de recuperação judicial que tramita na 1ª Vara Cível de Cascavel-PR
A Diplomata buscou em agosto a recuperação judicial, para evitar a falência, em função das dívidas milionárias e irresponsáveis que fizeram. Porém, desde então, não se apresentou informações necessárias para a justiça. Uma dessas informações referente a real riqueza de Alfredo Kaefer. A justiça decidiu investigar mais a fundo e constatou que, às vésperas do pedido de recuperação judicial, Kaefer transferiu diversos bens para terceiros e, após isso, se afastou da direção da empresa, a fim de evitar que suas propriedades fossem executadas devido às dívidas. Há fortes indícios de que o empresário e político tucano ainda controla a empresa, direta ou indiretamente. Em outubro foi entregue o plano de recuperação, porém, quase nada vem sendo cumprido. A justiça determinou o bloqueio das contas bancárias. A dívida ultrapassa R$600 milhões e aumenta a cada dia. Somente com folha de pagamento, são mais de R$3 milhões.
Em função destas circunstâncias, os trabalhadores, ao perceberem que não tinham suporte por parte do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Francisco Beltrão e Região – que se eximiu quase que inteiramente nesse processo, decidiram pela greve no dia 15 de dezembro. Dias após, dezenas de famílias resolveram cercar a empresa e acampar em frente aos portões, devido não terem mais condições sequer de pagarem o aluguel, as contas de água e luz e mesmo garantir sua alimentação diária. Fizeram isso como forma de não deixar que as mais de 150 toneladas de frango que se encontram no interior do frigorífico deixem o local sem garantia de que essa mercadoria possa se converter no pagamento de seus salários. Mesmo a situação estando tão complicada, pouca coisa está sendo feita para resolver a questão.
Situação similar ocorreu em Cascavel, na empresa Globoaves - também da família Kaefer, em que os trabalhadores tiveram o 13º salário atrasado e ameaçam greve. Em Xaxim-SC, a justiça determinou a suspensão das atividades da Diplomata, devido à falta de pagamento dos trabalhadores e o endividamento de pequenos agricultores.
A SITUAÇÃO DOS TRABALHADORES ESTÁ DRAMÁTICA
Diante dessa grave situação, membros de organizações de luta política da região oeste e sudoeste deslocaram-se para o local onde os trabalhadores estão acampados para acompanhar de perto, tomar o relato dos próprios trabalhadores e verificar possibilidades de apoio. Chegando lá, observaram-se as condições subumanas de sobrevivência a que foram submetidos os trabalhadores.
Sem contar com qualquer apoio por parte da Prefeitura ou do Governo do Estado, improvisaram uma cozinha coletiva e revezam-se diariamente para recolher doações nas ruas da cidade e no comércio, a fim de conseguirem comprar alimentos. Um dia garantindo o próximo. Alguns já perderam a moradia e grande parte deles corre risco de despejo por falta de pagamento de aluguel. Os pagamentos de prestações de casa própria também estão em atraso. Passaram a comemoração do natal na rua, o que deve se repetir na virada do ano. E, ainda, estariam sendo chantageados e ameaçados para que deixem o local. Além disso, a empresa demitiu os trabalhadores da segurança, que estavam também com os salários atrasados, e contratou uma grande equipe de segurança privada armada de Cascavel para fazerem ronda.
Confira o vídeo da passeata que os trabalhadores organizaram autonomamente no centro de Capanema exigindo os seus direitos e os salários:
http://www.facebook.com/photo.php?v=313092078809344
Mesmo a empresa não depositando o FGTS há cinco anos, nas eleições de 2010 a Diplomata doou aproximadamente R$2 milhões para a campanha de Alfredo Kaefer, este político irresponsável que levou a empresa para a falência. Já a Globoaves repassou quase R$1 milhão para a campanha dele. As mesmas empresas que alegam não terem recursos para pagar os trabalhadores, esbanjam no financiamento político daquele que coloca em risco as condições de vida dos trabalhadores e, segundo a justiça, pode estar aplicando golpes econômicos com manobras jurídicas.
A omissão por parte da prefeitura de Capanema, a ineficiência e o silêncio do sindicato, a truculência da empresa e a tentativa de fuga de responsabilidades de Alfredo Kaefer, tudo isso recai sobre os próprios trabalhadores que tem somente seu corpo e seu espírito para garantir o seu sustento, que lhes está sendo negado. Sem contar que também está prejudicando os fornecedores de aves e trabalhadores das granjas e do transporte de cargas, que também passam por privações devido à falta de pagamentos. E isso tudo traz também um grave impacto na economia regional.
Não se pode deixar que uma crise dos patrões seja utilizada como motivo para descontar todo ônus nos trabalhadores! Destacamos a necessidade de ampla solidariedade das pessoas e organizações para com a causa e de que o município auxilie essas famílias. É urgente que a empresa acerte com os trabalhadores todas as pendências e que sejam punidos os responsáveis por esses crimes. Repudiamos publicamente o Dep. Fed. Alfredo Kaefer (PSDB) por não respeitar nem a dignidade tampouco o direito dos trabalhadores.
-PELA ATENÇÃO IMEDIATA DA PREFEITURA DE CAPANEMA E DO GOVERNO DO ESTADO AOS TRABALHADORES!
-PELO PAGAMENTO IMEDIATO DOS SALÁRIOS!
-PELA PUNIÇÃO DE ALFREDO KAEFER!
-PARA SALVAR A ECONOMIA LOCAL E OS EMPREGOS: ESTATIZAÇÃO DA EMPRESA SOB O CONTROLE DOS TRABALHADORES!
Capanema, 29 de dezembro de 2012.
Representações presentes na ocupação dos trabalhadores
ADVT – Associação de Defesa dos Vitimados pelo Trabalho/Francisco Beltrão
Partido Socialismo e Liberdade – PSOL | Núcleos de Francisco Beltrão e Toledo
Diretório Central dos Estudantes da UNIOESTE/Marechal Cândido Rondon
Centro Acadêmico de Historia da UNIOESTE/Marechal Cândido Rondon
Representações que se somam à luta dos trabalhadores
APP de Luta e Pela Base – Oposição APP Sindicato/Região Oeste
Assembléia Nacional dos Estudantes Livre – ANEL Paraná
ASSIBGE - Sindicato Nacional IBGE - Núcleo Sindical Paraná
ASSIBGE - Sindicato Nacional IBGE - Núcleo Sindical Paraná
Associação de Estudos, Orientação e Assistência Rural - ASSESSOAR
Associação dos Estudantes de São Pedro do Iguaçu – AESPI
Associação dos Geógrafos Brasileiros - AGB Seção Marechal Cândido Rondon
Associação dos Geógrafos Brasileiros - AGB Seção Marechal Cândido Rondon
Associação dos Pós-Graduandos da Unioeste – APG
Casa da América Latina - Foz do Iguaçu
Centro Acadêmico de Ciências Sociais "Florestan Fernandes" - UEM
Centro Acadêmico de Ciências Sociais "Florestan Fernandes" - UEM
Centro Acadêmico de Ciências Sociais da Unioeste/Toledo
Centro Acadêmico de Comunicação Institucional UTFPR
Centro Acadêmico de Comunicação Institucional UTFPR
Centro Acadêmico de Direito “XVIII de Novembro” da Unioeste/Marechal Cândido Rondon
Centro Acadêmico de História "Nadir Aparecida Cancian" – UEM
Centro Acadêmico de Serviço Social "Divanir Munhoz" – UEPG
Centro de Direitos Humanos - CDH Foz do Iguaçu
Centro de Direitos Humanos – CDH Londrina
Centro de Estudos Políticos e Culturais de Londrina
Coletivo Barricadas Abrem Caminhos
Centro de Direitos Humanos – CDH Londrina
Centro de Estudos Políticos e Culturais de Londrina
Coletivo Barricadas Abrem Caminhos
Diretório Acadêmico de Biologia Erasmus Darwin - UEPG
Diretório Acadêmico de Geografia Luis André Sartori - UEPG
Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá – DCE UEM
Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa – DCE UEPG
Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual do Centro Oeste – DCE UNICENTRO (Irati)
Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – DCEs UNIOESTE (Francisco Beltrão/Toledo)
Grêmio Estudantil do Colégio Estadual Ceretta - Marechal Cândido Rondon
Partido Comunista Brasileiro - PCB Foz do Iguaçu
Partido Socialismo e Liberdade – PSOL Paraná | DIREÇÃO ESTADUAL
Partido Socialismo e Liberdade – PSOL Paraná | DIREÇÃO ESTADUAL
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado - PSTU Região Oeste
Pastoral Operária de Marechal Cândido Rondon
Rompendo Amarras – Campo de Juventude e Movimento Estudantil
Sindicato Docente da Unioeste - ADUNIOESTE/Seção Sindial do ANDES-SN
Sindicato dos Técnicos em Segurança do Trabalho do Paraná - SINTESPAR/Sudoeste
Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público do Paraná - SINDITEST
União da Juventude Comunista - UJC Foz do Iguaçu
Unidade Classista - Foz do Iguaçu
Pastoral Operária de Marechal Cândido Rondon
Rompendo Amarras – Campo de Juventude e Movimento Estudantil
Sindicato Docente da Unioeste - ADUNIOESTE/Seção Sindial do ANDES-SN
Sindicato dos Técnicos em Segurança do Trabalho do Paraná - SINTESPAR/Sudoeste
Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público do Paraná - SINDITEST
União da Juventude Comunista - UJC Foz do Iguaçu
Unidade Classista - Foz do Iguaçu
Confira mais informações:
Frangos são abatidos fora do peso ideal por falta de ração no PR
Diplomata paga conta de luz e Copel restabelece energia elétrica no frigorífico
Funcionários do Frigorífico Diplomata protestam contra falta de pagamento
Funcionários impedem a entrada de caminhões com frangos no frigorífico Diplomata
Funcionários cercam Diplomata por salários atrasados
Funcionários do frigorífico em Capanema fizeram um pedágio hoje pra comprar comida
Fotos: Lorenzo Gabriel Balen
sábado, 29 de dezembro de 2012
Toda solidariedade aos trabalhadores da Diplomata e Globoaves!
Toda solidariedade aos trabalhadores da Diplomata e Globoaves!
Confira as informações do que vem ocorrendo:
sábado, 15 de dezembro de 2012
Criação do Núcleo Paraná/Região Oeste da AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA
Criado Núcleo da Auditoria Cidadã da Divida
(postado no blog de Laerson Matias - presidente da APLER)
No
dia 7 de dezembro passado (sexta-feira) foi criado o Núcleo Paraná (Região
Oeste) da Auditoria Cidadã da Dívida Pública (http://www.divida-auditoriacidada.org.br/). O evento inaugural contou com a presença da
Coordenadora Nacional, Maria Lúcia Fattorelli, que apresentou uma palestra
sobre “A Dívida Pública em Debate: saiba o que ela tem a ver com a sua vida”. A
palestrante é Auditora aposentada da Receita Federal e participou da Auditoria
realizada no Equador, que resultou na redução em 70% da dívida naquele país (http://www.divida-auditoriacidada.org.br/artigos/artigo.2010-03-26.5542250391).
O
movimento pela Auditoria Cidadã decorreu do resultado do Plebiscito da
Dívida Externa, realizado no Brasil em setembro de 2000, pela Campanha
Jubileu Sul, no qual 6 milhões de pessoas, de 3.444 municípios do
País, se manifestaram, sendo que mais de 95% votaram NÃO à manutenção do Acordo
com o FMI, NÃO à continuidade do pagamento da dívida externa sem a realização
da auditoria prevista na Constituição Federal e NÃO à destinação de grande
parte dos recursos orçamentários aos especuladores.
Enquanto
o Congresso Nacional não convoca a auditoria oficial, como determina a
Constituição Federal, um grupo de entidades vem se organizando para promover
uma auditoria que se denomina cidadã, exatamente pelo fato de estar sendo
realizada por cidadãos e para os cidadãos.
O
objetivo da auditoria da dívida é dissecar o processo de endividamento do País,
revelar a verdadeira natureza da Dívida e, a partir daí, promover ações no
sentido de reduzir o montante das Dívidas Interna e Externa.
O grupo de
trabalho da Auditoria Cidadã tem acessado documentos e realizado estudos,
visando a resgatar o processo histórico do endividamento, apontando suas
causas. Simultaneamente, tem acompanhado o comportamento do endividamento e
seus mecanismos na atualidade. Todos os trabalhos realizados são amplamente
divulgados por meio de publicações didáticas, tais como boletins, cartilhas,
vídeo e livro, além das informações disponibilizadas em sua página na internet.
O evento em Cascavel, realizado no dia 7 de dezembro passado, contou com 43 pessoas que assinaram a lista de presença. No final, quatro entidades formalizaram sua participação no Núcleo: Adunioeste, Sindprev (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social), DCE (campus de Marechal Cândido Rondon), APG/Unioeste (Associação de Pós-Graduandos) e AP-LER (Associação dos Portadores de Lesões por Esforços Repetitivos).
No dia seguinte (8/12), as entidades que inicialmente compõem o Núcleo da
“Auditoria Cidadã da Dívida”, se reuniram na sede do Sindiprevs, em Cascavel,
com a presença de Maria Lucia Fattorelli, e realizaram uma produtiva reunião
para deliberar sobre os encaminhamentos para viabilizar a organização e
funcionamento do Núcleo. Foi deliberado que o “Núcleo Paraná - Região Oeste da
Auditoria Cidadã da Dívida” irá funcionar na sede da Adunioeste e caberá à
Adunioeste a tarefa de coordenar o Núcleo. Foi deliberado também que no início
da segunda quinzena de janeiro/2013, o “Núcleo Paraná - Região Oeste da
Auditoria Cidadã da Dívida” realizará a sua primeira reunião para planejar as
atividades que serão desenvolvidas no próximo ano.
Dentre as atividades que
o “Núcleo Paraná - Região Oeste da Auditoria Cidadã da Dívida” poderá desenvolver,
de acordo com Fattorelli, destacam-se as seguintes:
- Organizar
reuniões periódicas para estudos e troca de ideias sobre Caderno de Estudos e
demais publicações a respeito da dívida federal e estadual, já disponibilizadas
na página da Auditoria Cidadã da Dívida;
- Realizar
debates locais, tais como seminários, palestras a respeito da temática Dívida
Pública;
- Organizar
Audiências Públicas locais – de preferência na Assembleia Legislativa e Câmaras
Municipais - objetivando criar uma Frente Parlamentar para investigação da
dívida pública local estadual e municipal;
- Realizar
levantamento estatístico sobre o estoque das dívidas interna e externa do
estado ou do município, bem como do fluxo de pagamentos de juros e
amortizações;
- Conhecer
e divulgar as Análises Técnicas da Recente CPI da Dívida Pública, realizada na
Câmara dos Deputados, sobre as dívidas dos estados e municípios;
- Solicitar
informações e documentos sobre o endividamento local - do estado e/ou dos
municípios.
- Reproduzir
os informativos nacionais e elaborar materiais com dados locais dos municípios
da região e do estado do Paraná;
- Utilizar
as mídias locais das entidades apoiadoras (sindicatos e demais entidades) para
divulgar as informações produzidas nacionalmente e localmente
No
início do próximo ano as Entidades que compõe o Núcleo Paraná divulgarão
maiores informações a respeito das atividades que serão realizadas pelo “Núcleo Paraná - Região Oeste da Auditoria
Cidadã da Dívida”.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
PSOL pede que Supremo Tribunal Federal derrube reforma da Previdência por causa do mensalão
Publicado em 12/12/2012 às 08h17: atualizado em: 12/12/2012 às 08h20 - R7 notícias
Na ação, que ainda não tinha relator até o início da noite, o partido disse que ficou provado que o esquema de compra de apoio político do governo ocorreu na mesma época da emenda constitucional aprovada pelo Congresso que instituiu mudanças no regime de aposentadorias.
O PSOL entrou na tarde desta terça-feira (11) com uma ação no STF
(Supremo Tribunal Federal) em que pede a derrubada da reforma da Previdência
por causa do mensalão.
Na ação, que ainda não tinha relator até o início da noite, o partido disse que ficou provado que o esquema de compra de apoio político do governo ocorreu na mesma época da emenda constitucional aprovada pelo Congresso que instituiu mudanças no regime de aposentadorias.
Na ação, de 22 páginas, são citados sete políticos que à época da
reforma eram líderes partidários e presidentes de partido e que receberam
recursos para apoiar a proposta.
O PSOL lembra que os votos desses parlamentares condenados "estavam
maculados e, efetivamente, não representavam, naquele momento, a vontade
popular, mas sim a sua própria vontade, num claro abuso de poder, por desvio de
finalidade".
"Ademais, não bastasse esse fato, há de se destacar que, além de
venderem seus votos, alguns dos deputados condenados eram, à época, líderes das
bancadas dos partidos políticos e de blocos partidários e, ao orientarem as
suas bancadas pelo voto sim à PEC 40/2003, conseguiram obter dos deputados
liderados um total de 108 votos pela aprovação da referida PEC, sem os quais, a
matéria não seria aprovada", destaca a ação direta de
inconstitucionalidade.
Para o partido, o vício de origem na aprovação dessa reforma "é de
tal monta — corrupção, compra de apoios e outros — que inquina de nulidade
absoluta a reforma da Previdência".
Em outubro, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) disse que havia
acionado a assessoria jurídica do partido para buscar brechas para contestar as
reformas da previdência e tributárias, apontadas pelo Supremo como compradas
pelo mensalão.
Esta é a segunda ação que contesta no Supremo a reforma da previdência.
No final de novembro, as associações dos magistrados Brasileiros e da
Justiça do Trabalho pediram à Corte a anulação da reforma.
As entidades alegam que houve "vício de inconstitucionalidade
formal" na aprovação da proposta porque, conforme mostrou o julgamento do
mensalão pelo próprio tribunal, houve a compra de apoio político resultou da
compra de apoio político "perpetrado por integrantes do Poder Executivo em
face de membros do Poder Legislativo".
A ação foi distribuída por prevenção para o ministro Marco Aurélio Mello
relatar, uma vez que ele já cuida desde outubro de outro processo que contesta
a lei que criou o Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos
Federais, o Funpresp.
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